segunda-feira, 26 de novembro de 2012

CERIMÔNIAS DE ADIANTAMENTO E INDUÇÃO

 Oficiais e Neofitos

Na manhã de 24 de novembro de 2012, no templo da Augusta e Respeitável Loja Simbólica Augusto Simões nº 12 - jurisdição da Mui Respeitável Grande Loja Maçônica do Estado da Paraíba, teve a realização das Cerimônias de Adiantamento ao Grau de Mestre de Marca e Indução a Cadeira do Mestre de novos 17 (dezessete) Mestres Maçons.

Estandarte do GCGMRARNEBR

O Capítulo de Maçons do Real Arco responsável pelas referidas cerimônias, foi o mais novo Capítulo de nossa jurisdição, o Capítulo de Maçons do Real Arco Cavaleiros do Sertão # 4.



Os trabalhos foram dirigidos pelo Irmão e Companheiro Marcos Antonio de Araújo Leite, Excelente Sumo Sacerdote do referido Capítulo.
Esteve presente ao aludido evento prestigiando o mesmo, o Irmão e Companheiro Hugo Leonardo Wanderley Borges, Mui Excelente Grande Sumo Sacerdote Geral.

FUNDAÇÃO DE CMRA CAVALEIROS DO SERTÃO # 4



Em data de vinte e quatro de outubro do ano de dois mil e doze, na coestaduana cidade de Patos, os Companheiros detentores do Grau de Maçom do Real Arco: Marcos Antonio de Araújo Leite, Teldson Douetts Sarmento, Wilton Fernandes da Silva, Sergio Roberto Cavalcante, Antonio Vasconcelos Lima Filho, Murilo Cerqueira Doria, Benedito Freite de Araújo Neto, Tiago Bezerra Lima e, Guelfo Jorge Poltronieri, reuniram-se com o intuito de fundar mais um Capítulo de Maçons do Real Arco. Para concretização deste projeto, todos se fizeram presentes na sede da ARLS Augusto Simões nº 12 jurisdicionada a Mui Respeitável Grande Loja Maçônica do Estado da Paraíba. Os trabalhos foram dirigidos pelo Companheiro Marcos Antonio de Araújo Leite, que fez uma breve explanação dos motivos pelo qual levaram os referidos Maçons do Real Arco a pleitearam a criação de mais um Capítulo de Maçom do Real Arco no âmbito do Estado da Paraíba e em especial na cidade de Pato-PB, cujo o objetivo é o de oferecer aos Mestres Maçons do polo geopolitico do sertão paraibano a condição de progredir nos estudos maçônicos a nível dos Altos Graus. Naquela mesma data foi eleita e constituída a primeira diretoria com o seguintes Companheiros: Marcos Antonio de Araújo Leite, Excelente Sumo Sacerdote; Teldson Douetts Sarmento, Rei; Wilton Fernandes da Silva, Escriba, Sergio Roberto Cavalcante, Secretário, Antonio Vasconcelos Lima Filho, Tesoureiro; Murilo Cerqueira Doria, Peregrino Principal; Benedito Freite Neto, Capitão do Real Arco; Tiago Bezerra Lima, Sentinela e Guelfo Jorger Poltronieri, Capelão.

quarta-feira, 21 de março de 2012

O valioso tempo dos maduros

Passado toda a euforia da fundação e instalação de nosso Grande Capítulo, serenamos pelo que já aconteceu e nos entusiasmamos pelo que está porvir. A jornada é grande e para tanto deve ser prazerosa, pois só assim passarão pedras e obstáculos para chegarmos ao nosso tão esperado desejo. Esperamos muitos companheiros ladeando nossos ombros, em ajuda mutua.
Quanto aqueles que só buscam se preocupar como criar problemas a outrem, e mais ainda, àqueles que ainda não entenderam por que resolvemos criar tudo isso que hoje é realidade, faço uso de um texto do Mário de Andrade que retrata um pouco tudo que está acontecendo. Não sou tão intelectualizado quanto a alguns que se intitulam como tal, porém tenho sentimentos e sensibilidade a transbordar quando vejo palavras como estas.
Boa Leitura!
Hugo Borges

O Valioso tempo dos maduros (Mário de Andrade)
Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas.
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário-geral do coral.
‘As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos’.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa…
Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade,
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade,
O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!

terça-feira, 20 de março de 2012

Instalação e Posse

Um momento para eternizar. O marco desse evento será registrado eternamente em nossas mentes e corações. O Nordeste hoje pode dizer em alto e bom tom: "Gerimos o Real Arco sem subterfúgios e tratamos os assuntos de forma sistêmica e igualitária. Nordestino sabe as necessidades de nordestino". O Grande Capítulo Geral de Maçons do Real Arco do Nordeste do Brasil, já nasceu grande...grande em valores, em trabalhadores, em aliados, e sobre tudo, em MAÇONS!

GCGMRA Sul, GCGMRA Nordeste, Ser. GM Marcos Araújo (Comitiva) e Eminente Past GM Fernando Paiva.


Início das Atividades de Isntalação e Posse. 

Obrigação do GSSG Eleito.

Obrigação dos Grande Oficiais do GCGMRANB. 

Ratificação e entrega do Tratado de Mútuo Reconhecimento e Amizade (GLEPB e GCGMRANB). 

Grande Sumo Sacerdote Geral, devidamente empossado. 



Em outras oportunidades mandaremos mais fotos do evento, até porque um evento desse sempre tem que ser lembrado.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Fundação do Grande Capítulo Geral de MRA do Nordeste do Brasil - 10/02/2012

Na fundação contamos com a presença de grandes irmãos de nossa maçonaria paraibana, dentre eles podemos destacar: Lenilton da Cunha Lisboa (Venerável Mestre de Honra da Loja Olegário Lins Silva Nº 44 - GLEPB), Joy Allan de Souza (Grande Secretário de Relações do Interior da GLEPB), Arlindo Bonifácio (Ex-Grão Mestre da GLEPB), Edilaudio Luna de Carvalho (Ex-Grão Mestre da GLEPB), Teldson Douetts Sarmento (Grande 1º Vigilante da GLEPB e membro do GCG), Reinaldo Camilo (Eminente Grão Mestre Adjunto da GLEPB) e o Sereníssimo Grão Mestre da GLEPB, Irmão Marcos Antônio de Araújo Leite, que além de estar como Grande Representante da Grande Loja está na qualidade de Membro Fundador de nosso Grande Capítulo Geral.
Um verdadeiro marco se funda no cenário do Real Arco aqui no Nordeste. Destemidos companheiros cansados  abrem uma nova porta, fazendo verdadeiramente, maçonaria do Real Arco. Valorizando o capital humano, esses homens estão fazendo a diferença. Muito mais de ser e ter, existe um verbo muito mais forte - fazer. Separadamente cada homem-maçom desse que vemos na foto fez, faz e sempre fará a diferença em maçonaria e, no GCG não será diferente...parafraseando um texto do filme (O Gladiador): "O que faremos hoje ecoará para toda a eternidade", serve como lema de vida e de construção do que será o Grande Capítulo Geral. O encontro desses obstinados marcará uma nova fase do caráter maçônico, não apenas privilegiando os que aderiram a nossa causa, mas sobretudo, na reflexão daqueles que usurpam do que é mais valioso na maçonaria, o maçom.
A vontade de fazer está acima de hierarquias ou de vontades individuais, a coerência coletiva deve ser estimulada e potencializada por aqueles que estão à frente de qualquer instituição.


VIVA OS CONFEDERADOS!
VIVA O 10/02/2012!
VIVA O GRANDE CAPÍTULO GERAL DE MAÇONS DO REAL ARCO DO NORDESTE DO BRASIL

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Convite de Fundação do Grande Capítulo Geral de MRA do Nordeste do Brasil

REGULARIDADE DAS CORPORAÇÕES MAÇÔNICAS

Uma corporação maçônica é considerada “regular” quando cumpriu com todas as prescrições constitucionais, foi legalmente instalada e autorizada com uma carta constitutiva de uma corporação maçônica regular reconhecida universalmente como tal e que mantém relações com outras potências regulares do mundo.
O “Grande Capítulo Geral de Maçons do Real Arco da Região Sul do Brasil” e o “Grande Conselho de Maçons Crípticos” do Brasil seguiram a risca em sua criação, as normas maçônicas prescritas para tal.
As corporações maçônicas regulares poderão estar filiadas ou não a Grandes Corporações. Neste último caso serão consideradas por estas simplesmente como “não filiadas”.
UMA ANÁLISE DAS GRANDES CORPORAÇÕES FILOSÓFICAS DE YORK NO MUNDO
As corporações filosóficas ou dos altos graus do Rito York são estruturadas nos diferentes países do mundo em Grandes Capítulos de Maçons do Real Arco, Grandes Conselhos de Maçons Crípticos e Grandes Comandarias Templárias.
No caso das Grandes Comandarias Templárias a situação é diferente. Toda Grande Comandaria está vinculada diretamente ao “The Grand Encampment of Knights Templars”.
Já os Grandes Capítulos de Maçons do Real Arco e os Grandes Conselhos de Maçons Crípticos são independentes e soberanos em suas jurisdições.
Aos Grandes Capítulos nacionais se subordinam os Capítulos. Aos Grandes Conselhos nacionais se subordinam os Conselhos.
Nos EUA foram criadas duas Grandes Corporações filosóficas com o intuito de coordenar a Maçonaria do Real Arco e a Maçonaria Críptica naquele país. Foram denominados de “The General Grand Chapter Masons International” e o “The General Grand Council of Cryptic Masons International”.
Nem todos os Grandes Capítulos estaduais norte-americanos filiaram-se a estas duas corporações. Preferiram permanecer soberanos e independentes em suas jurisdições sem tutela superior.
“Yes, there are more Chapter of RAM Members in the USA, but the General Grand Chapter is not sovereign in the USA. In fact, there are more RAM Member Who belong to Chapters Who do not hold allegiance to the General Grand Chapter than those Who do General Grand Chapter
dropped sovereignty and made each Grand Chapter Sovereign in their own right at the time o four Civil War in about 1860”.
(Extrato de documento recebido de alta dignidade internacional)
Assim fica esclarecida a confusão de alguns companheiros, talvez até por desconhecimento, que acreditavam que o “The General Grand Chapter Masons International” e o “The General Grand Council of Cryptic Masons International” sejam os detentores da coordenação, tutela de todos os Grandes Capítulos de Maçons do Real Arco e ou Grandes Conselhos de Maçons Crípticos do mundo.
A filiação ou não de um Grande Capítulo ou Grande Conselho a estas grandes corporações norte-americanas não determina que a mesma seja definida como “regular”, “irregular” ou até mesma de “espúria”, como desejam alguns.
Independente de filiação, se determinada grande corporação seguiu os trâmites regulares em sua formação anteriormente tratados, ela deverá ser conhecida apenas como “não filiada”. Jamais poderá ser rotulada de “espúria”
Assim por opção própria as grandes corporações nacionais poderão ou não se filiar ao “The General Grand Chapter Masons International” ou ao “The General Grand Council of Cryptic Masons International”. Este fato pode ser constatado em inúmeros países do mundo.
Se visitarmos o site http//www.yorkrite.com/chapter/ggsec.html poderemos observar que os Capítulos “não filiados” ao “The General Grand Chapter Masons International“ são em maior número do que os “reconhecidos”: Argentina, Áustria, Bélgica, British Columbian and Yukon, England and South Wales, Israel, New Zeland, New Scotia, Ohio, Ontario, Oklahoma, Pensilvânia, Quebec, Queensland, Scotland, Austrália, Spain, Switzerland, Texas, Venezuela, Vitória entre outros.
Comprova-se assim que nos diferentes países do mundo e, mesmo nos EUA, há Grandes Capítulos de Maçons do Real Arco que não são filiados ao The General Grand Chapter Masons International.
O “Grande Capítulo Geral de Maçons do Real Arco da Região Sul do Brasil” foi fundado e instalado em 5 de setembro de 2005 (2535 A.I.).
Na sua fundação foram seguidas todas as prescrições de regularidade maçônica. A sua sede atual está localizada em Curitiba – PR.
Seguindo o exemplo de outras grandes corporações mundiais preferiu manter o cunho nacionalista não se filiando a corporações alienígenas.
Com relação aos Grandes Conselhos Crípticos do mundo veremos que em “Governance of Cryptic Masonry está registrado:
“There is a General Grand Council over the Cryptic Rite in U.S. which helps bring about of uniformity ritual, etc. The Grand Councils in each
State are sovereign, and individual Councils of Royal and Select Masters are usually chartered and governed by the G.Councils”
(http//www.tracingboard.com/cryptic2.htm)
Se visitarmos o site:
http//www.yorkrite.com/council/Ambassadors.html veremos que a lista dos “não filiados” ao “The General Grand Council of Cryptic Masons International”, cita entre outros os Grandes Conselhos de Maçons Crípticos do Canadá Eastern, Canadá Ontário, Canadá Western, Connecticut, England, Israel, Massachusetts, Ohio, Pennsylvania, Scotland e Texas.
No Brasil o “Grande Conselho de Maçons Crípticos” – Brasil, foi fundado em 13 de março de 2004 (3004 A.D.) seguindo todas as prescrições de regularidade maçônica. A sua sede atual está localizada em Porto Alegre – RS. Foi o pioneiro e legítimo responsável pela implantação e desenvolvimento da Maçonaria Críptica no Brasil. Seguindo o exemplo de outras grandes corporações mundiais preferiu manter o cunho nacionalista não se filiando a corporações estrangeiras de cunho pragramático.
CONCLUINDO
Neste trabalho procuramos comprovar que o Grande Capítulo de Maçons do Real Arco da Região Sul do Brasil e Grande Conselho de Maçons Crípticos do Brasil embora “não tutelados” pelas corporações norte-americanas são regulares quanto à sua origem, cumpriram com todas as prescrições constitucionais, foram legalmente instaladas e autorizadas com carta constitutiva emitida por uma grande corporação maçônica internacional, regular reconhecida universalmente como tal e que mantém relações com outras potências regulares do mundo.
Ante o exposto pergunta-se: o Grande Capítulo de Maçons do Real Arco da Região Sul do Brasil e o Grande Conselho de Maçons Crípticos do Brasil, “não filiados” as grandes corporações norte-americanas internacionais, são irregulares?
Contrariando alguns “doutos locais” que maliciosamente e com irresponsabilidade ou até talvez por ignorância das leis maçônicas internacionais, apregoam informações falsas questionando nossa regularidade transcrevemos mensagem extraída em e-mail enviado por alto dirigente do SGCMRABR a integrantes da lista Atalaia grupos:
“Há uma vertente (da maçonaria críptica) trazida de Portugal pelo Irmão Foltz em franca discordância com as posições do Real Arco do Brasil... e que apesar de ser legítima, eu acho que não deverá ter grande
futuro, pois sem o apoio do Real Arco terá certa dificuldade em conseguir adeptos”
(E-mail do Sr. Ruy Silva em 08/05/2005 – Lista Atalaia)
Mesmo a mensagem evidenciando em seu texto o reconhecimento implícito de nossa regularidade maçônica, perguntamos: com que autoridade, o dirigente de uma organização julga-se no direito de se intrometer em outra que cumpre leis e costumes maçônicos?
Aliás, por esta e outras atitudes e pressões não fraternas, procurando impedir que companheiros filiados as corporações do sul do Brasil tivessem o direito de livre arbítrio quanto às alternativas de ingressar ou dar continuidade na ascensão da espiral filosófica de York foi criado o “Grande Capítulo de Maçons do Arco Real da Região Sul do Brasil” como opção aos Mestres Maçons desejosos de seguir o caminho do Rito York.
Como vimos anteriormente, nem mesmo sobre os Grandes Capítulos ou Grandes Conselhos dos EUA o “The General Grand Chapter Masons International” ou o “The General Grand Council of Cryptic Masons International” têm o poder de rotulá-los regulares ou irregulares por serem ou não a eles filiados.
Basta ver as suas próprias constituições.
Apregoar que não são regulares as grandes corporações internacionais não filiadas àquelas duas grandes corporações norte-americanas é no mínimo uma ofensa. O que dirão disto os Grandes Capítulos e Grandes Conselhos que não pertencem a essas organizações norte-americanas?
“Quem deu tal poder à maçonaria norte-americana, de julgar quem é “regular”, ou não? E quem o deu à Inglaterra, a não ser o fato de ela ter criado a moderna maçonaria e ter aberto “franchising”, exigindo, dos franqueados, absoluta vassalagem?”
(José Castelani in “Os estranhos conceitos de regularidade”)
Apenas não somos “filiados” a corporações alienígenas. Isto como já foi demonstrado, não é um fato incomum, pois soe acontecer em vários países e inclusive até em alguns estados norte-americanos.
Além disso, não nos interessa “filiarmos” a qualquer grande corporação alienígena que não respeita a nossa soberania como País e não reconhece o direito da primazia!
Só estamos interessados em nos relacionar com gente séria, e que fazem da vida um hino à felicidade. Já bastam os problemas graves com que o mundo se debate...
Seguiremos nosso caminho na busca do conhecimento maçônico, crescimento espiritual e principalmente pelo exemplo de fraternidade e honestidade aos companheiros que ingressarem em nossos quadros.


O ESCRIBA Julho/2009

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

CRIAÇÃO DO GRANDE CAPÍTULO GERAL MAÇONS DO REAL ARCO DO NORDESTE DO BRASIL "OS MOTIVOS"

Meus Irmãos e Companheiros,


Parafraseando um dito popular: “engolimos tantos elefantes ao longo da vida e às vezes nos engasgamos com um mosquito”. Talvez seja essa a máxima do que planejamos a partir de hoje.  Lembro do ano de 2007, quando este (primeiro) signatário neste assinado, Hugo Borges, era o Grande Secretário de Relações Exterior Adjunto do Supremo Grande Capítulo de Maçons do Real Arco do Brasil, em conversa com o Companheiro Paulo Curi, Grande Secretário Geral do Supremo, a necessidade de criar os Grandes Capítulos Estaduais, pois assim como acontece nos Estados Unidos da América, também seria necessário fazer o mesmo no Brasil. Recebi como resposta: “Aqui no Brasil temos que tratar Maçonaria diferente de lá, pois aqui tudo é muito bagunçado e termina muita gente fazendo o que quer, temos que ser um poder central para isso. Recebemos dos americanos o aval quando disseram ‘maçom brasileiro sabe como fazer Maçonaria brasileira’” – triste e ledo engano ao dar o aval às pessoas erradas. Inebriado pela grande oportunidade de mostrar meu entusiasmo dentro do Supremo Grande Capítulo de Maçons do Real Arco do Brasil entendi que aquele não era o momento para tratar tal assunto. Fazíamos parte de uma “Tropa de Elite”, onde um número menor do que sete Maçons do Real Arco faziam parte, e este signatário com muito orgulho era o único do nordeste, tendo como “Comandante”, o Companheiro Paulo Curi. “Missão dada era missão cumprida!” Infelizmente ou felizmente nenhum desses (Maçons do Real Arco) da “Tropa de Elite” estão no Supremo Grande Capítulo de Maçons do Real Arco. (Ouvi dizer que estão tentando resgatar alguns deste com a promessa de mudança. Será mesmo?). O Comandante disse que para fazermos um Grande Capítulo Estadual precisávamos constituir três capítulos em cada Estado, tendo a Paraíba como o primeiro Estado, concretizando tal entidade. Então este signatário solicitou o aval para fundar no Estado da Paraíba mais um Capítulo. Com a “carta branca” dada, foi iniciado o processo de criação, com encontros, registros, ata e tudo que é necessário para concretização do novo capítulo. As exigências foram as mais complexas que se podiam fazer, atendidas e pagas.


Em 2008, voltamos a tratar do tema com o Companheiro Paulo Curi e com o Companheiro João Guilherme, dizendo que estávamos aguardando o aval da direção do Supremo Grande Capítulo de Maçons do Real Arco do Brasil para a fundação do tão sonhado Grade Capítulo Estadual e recebemos um sonoro e silente “não” mais uma vez como resposta: “Estamos muito focados com as implantações das Ordens de Cavalaria e precisamos muito de seu apoio ai, pois precisamos de uma Grande Loja simbólica para que os americanos se sintam respaldados em saber que estão tratando com ordens maçônicas regulares. Pois são suas exigências: um ofício convidando-os para conferir tais Ordens.”. Depois de conversar com o Sereníssimo Grão-Mestre, o Irmão Marcos Antonio de Araújo Leite e de mostrar a importância do evento, ele aprovou em receber esses Irmãos norte americanos e a Grande Loja Maçônica do Estado da Paraíba, junto com a Grande Loja do Estado do Rio Grande do Norte, foram às anfitriãs dos Grandes Oficiais para a iniciação das Ordens de Cavalaria aqui no Brasil. Fato esse esquecido rapidamente e que me despertou para uma realidade: “serás enaltecido enquanto precisamos e nos és útil, depois serás largado ao esquecimento”. O mais importante é que recebemos os Graus da Cavalaria Templaria e com a ajuda dos bravos, valente, destemidos Irmãos da Maçonaria Paraibana. Engraçado, foi que no dia das iniciações na cidade de Natal-RN o então Sumo Sacerdote do Capítulo Portal da Luz do Nordeste # 5, Companheiro Geraldo Nicolau Baptista de Melo, estava colhendo assinaturas para a fundação de mais um Capítulo para ser fundado e instalado na coestaduana cidade de Campina Grande-PB, com o título distintivo de “Tropeiros da Borborema”, sem reunião para fundação, sem registro de ata, sem aquela burocracia que haviam exigido para a fundação do “Capítulo Confederação do Equador # 50 MRA”, sendo necessárias apenas assinaturas aleatórias. “Para os amigos os benefícios da lei, para os inimigos os rigores da Lei”. Sigamos em frente!


O que mais nos deixou triste nesses últimos tempos foi que esse fato histórico no Brasil, onde recebemos pela primeira vez essas Ordens de Cavalaria Templária, teríamos que recebê-las novamente, pois havíamos recebido duas de forma compacta e uma completa, e que a mesma havia sido em inglês, com tradução simultânea e que precisaríamos ser “iniciados” novamente para receber os rituais em português e efetivamente sermos reconhecidos com as Ordens de Cavalaria Templária. Quer dizer que os americanos vieram apenas a passeio?! Que nós fizemos papel de idiotas em gastar mais de R$ 1.000,00 (mil reais), entre inscrição, taxas, hospedagens e deslocamento para Natal-RN? Acharam pouco o que damos financeiramente e queriam mais? Bom, só sabemos que depois de muito bate boca com companheiros aqui do nordeste a direção do Supremo Grande Capítulo de Maçons do Real Arco do Brasil, tiveram que “engolir quente e seco” as nossas reivindicações e nos reconhecer como Cavaleiros Templários, sinicamente dizendo terem se equivocado ao encaminharem uma circular sem melhores esclarecimentos. O fato de “dois pesos e duas medidas” no Supremo Grande Capítulo de Maçons do Real Arco do Brasil é muito comum, pois HOJE, eles já tornam Cavaleiro Templário, companheiros que não passam pelas duas ordens primeiras. E a nós que recebemos de forma compacta as duas ordens quase não éramos reconhecidos. Seria até engraçado se não fosse leviano. Note bem que, no ritual “Ordem dos Cavaleiros Templários – 2010 (Provisório) à página 44 reza o seguinte: “Prometo e juro mais//que não assistirei ou presenciarei a outorga desta Ordem// a quem não tenha regulamente recebido,// segundo meu conhecimento,//os graus de Mestre Maçom, Maçom do Real Arco e Mestre Escolhido,//bem como as Ordens da Cruz Vermelha e de Malta.//”(por questão de juramento não alongarei ao mesmo). Ou seja, todo o candidato a Ordem dos Cavaleiros do Templo, tem que passar (ser iniciado) antes nas Ordens dos Cavaleiros da Cruz Vermelha e de Malta. Olha aí o tiro no pé! Esse ato seria um lapso de compromisso com a maçonaria das mentes gestoras do Supremo e/ou uma forma mais rápida de ter dinheiro no caixa?


Depois de todo o exposto e por outros Irmãos e Companheiros não estarem satisfeitos aqui no nordeste com as indiferenças para com nosso “capital humano”, o Supremo Grande Capítulo de Maçons do Real Arco do Brasil, através de seu Grande Secretário Geral, pediu, na época, várias vezes para que este signatário tentasse “calar” as reivindicações vindas daqui. Como este signatário nesse interstício fazia parte dessas mesmas reivindicações, que eram: espaço de companheiros do nordeste na direção do Supremo Grande Capítulo de Maçons do Real Arco do Brasil; criação dos Grandes Capítulos Estaduais; revisões dos rituais do Supremo Grande Capítulo de Maçons do Real Arco do Brasil que contém enxertos de forma leviana, dos rituais do Rito Escocês Antigo e Aceito e do ritual dos Trabalhos de Emulação; transparência na administração do Supremo Grande Capítulo de Maçons do Real Arco do Brasil e, principalmente, quanto às prestações de contas, pois não se sabia como ainda não se sabe, qual o destino utilizado de nossos sacrificados reais. Tem companheiro que desde o ano 2000, nunca viu uma folhinha de prestação de contas. Fica tudo muito superficialmente apresentado na Assembléia Geral do Supremo Grande Capítulo de Maçons do Real Arco do Brasil. “Fazemos de conta que apresentamos alguma coisa e vocês fingem que entendem e aprovam”. Onde está esses numerários? Por que nunca enviaram aos capítulos jurisdicionados de forma antecipada as prestações de contas (mesmo que de forma xerocopiadas) para a apreciação dos Capítulos? Quem sustenta o Supremo Grande Capítulo de Maçons do Real Arco do Brasil precisa saber! É uma lástima!


A insatisfação com o Supremo Grande Capítulo de Maçons do Real Arco do Brasil não vem de hoje, mas desde a sua criação. É importante saber que antes do que conhecemos hoje do Supremo Grande Capítulo de Maçons do Real Arco do Brasil, existia outros companheiros que militavam para o engrandecimento do Real Arco no Brasil, como ainda existem, só que com outra denominação. Esses companheiros foram tolhidos das mais vis formas de agir. Sendo passados para trás e causando com isso uma dissidência do Supremo Grande Capítulo de Maçons do Real Arco do Brasil, pois esses companheiros idealizadores viram que esses que ficaram só queriam vislumbrar dinheiro e poder, à custa dos seus membros.


Finalmente, analisando a potencialidade de nossos Irmãos e Companheiros, aqui do nordeste, em criar e manter um Grande Capítulo Regional estamos informando que a partir da data abaixo citada será fundado o GRANDE CAPÍTULO GERAL DE MAÇONS DO REAL ARCO DO NORDESTE DO BRASIL. Que já conta com o reconhecimento do GRANDE CAPÍTULO GERAL DE MAÇONS DO REAL ARCO DA REGIÃO SUL DO BRASIL. Meus Irmãos e Companheiros, se não existissem dentro de nós a busca pela melhoria e a inquietude de trazer a tona o que achamos por melhor a nós mesmos e aos outros, com toda certeza, Maçons obstinados não teriam criado as Grandes Lojas e os Grandes Orientes Estaduais (Independentes e Autônomos), Grandes Corpos Simbólicos de referência nacional. Sejamos assim, verdadeiros, certos de que não devemos nos acomodar à beira da calçada e vermos outros tantos passarem a nossa frente, seguindo o caminho. Incentivamos desde já as outras Regiões desse Brasil Continente a formarem, assim como nós, seus Grandes Capítulos Gerais, a exemplo da Regiões Sul e Nordeste. Contem conosco pois, existem os que seguem e os que param. Escolhemos seguir.


Ratificam o Manifesto:






HUGO LEONARDO WANDERLEY BORGES


Cavaleiro Templário e EVM da ARLS Cavaleiros do Sol – GLEPB



SÉRGIO ROBERTO CAVALCANTE


Cavaleiro Templário e MM da ARLS José do Patrocínio – GLEPB



TELDSON DOUETTS SARMENTO


Cavaleiro Templário e Grande 1º Vigilante – GLEPB





MURILO CERQUEIRA DÓRIA


Cavaleiro Templário e EVM da ARLS Loja Fidelitas – GLEPB





JOSÉ JOBSON FERREIRA


Cavaleiro Templário e VM da ARLS Cavaleiros do Sol – GLEPB



FRANCISCO FONSECA


Cavaleiro Templário e VM da ARLPI Segredos da Pirâmide – GOPB





TIAGO BEZERRA LIMA


Cavaleiro Templário e MM da ARLS Fidelitas – GLEPB





BENDITO FREIRE NETO


Cavaleiro Templário e VM da ARLS Fidelitas - GLEPB





GUELFO JORGE POLTRONIERI


Cavaleiro Templário e MM da ARLPI Segredos da Pirâmide – GOPB



WILTON FERNANDES DA SILVA


Maçom do Real Arco e Delegado do 3º Distrito Maçônico - GLEPB





ANTONIO VASCONCELOS FILHO


Maçom do Real Arco e MM da ARLS Cavaleiros do Sol - GLEPB





ALEXANDRE FERREIRA


Maçom do Real Arco e MM da ARLS José do Patrocínio – GLEPB